Sim,
sim, finalmente um texto sobre Skyrim. Enrolei um pouco pra escrever sobre esse
fantástico game pra aprender mais sobre esse mundo que tanto entretém e nos
afasta da vida real. Mas por onde começar? O jogo é muito amplo e quando me
perguntam como é resumidamente eu respondo “é tipo GTA, só que medieval”.
Skyrim é o quinto game da franquia The Elder Scrolls, desenvolvido pela Bethesda
Softworks.
O
jogo começa com seu personagem sendo levado em uma carroça pelos soldados do
império, que pretendem executá-lo acreditando que você faz parte dos
Stormcloacks, um grupo que busca governar Skyrim. Quando seu personagem está
para ser executado um dragão ataca a cidade, dando ao jogador a oportunidade de
escapar durante a confusão. Após a fuga você é livre para explorar todo o
território do jogo, o que não é pouca coisa. O mapa é imenso e você pode tomar
qualquer direção e sair andando (por isso uso GTA como exemplo). Seguindo
adiante com a história, os imperiais o convocam para ajudá-los a eliminar um
dragão e se desculpam pelo incidente anterior. Nessa parte do jogo você tem seu
primeiro combate contra um dragão, com direito a uma puta trilha sonora (e é
MUITO emocionante, aumente o som). Quando derrotado, o corpo do dragão se
dissolve e vai em direção ao seu personagem, que absorve sua alma e descobre
ser um Dragonborn (“nascido dragão”, em português, ou ‘Dovahkiin’, na língua
dos dragões).
Dovahkiin
é um Dragon Slayer, o único ser
humano capaz de matar dragões e absorver sua alma. Seu objetivo é deter Alduin,
o mais poderoso dos dragões que nos tempos antigos foi banido do tempo/espaço pelos
nórdicos e, segundo lendas e histórias, trará a destruição ao mundo. O Dragonborn
também pode aprender os thu’ums (“gritos” de dragão), que
estão espalhadas por toda Skyrim e quando encontradas são habilitadas com o uso
das almas dos dragões que você mata durante o jogo. Cada grito possui poderes
diferentes, entre eles, disparar rajadas de fogo ou gelo, se tornar etéreo,
diminuir a velocidade do tempo e invocar uma tempestade. E esses são apenas alguns
dos thum’ums.
Outro
aspecto legal de Skyrim é que no começo da aventura você customiza a aparência
de seu personagem, podendo escolher seu sexo, etnia (entre humanos, elfos, orcs
e os híbridos lagartos e felinos) e características físicas. Durante o jogo você
também pode evoluir as Skills de seus personagens como bem entender, como por
exemplo, focar em usar arco e flecha ou armas grandes, que exigem o uso das
duas mãos. Você também pode aprender algumas profissões e se tornar alquimista ou ferreiro, podendo criar suas próprias armas, armaduras e poções.
O
mapa e gráficos Skyrim são sensacionais, com imagens que fazem suspirar, com direito a noites de lua cheia, chuva, neve e até aurora boreal. Todo o território do mapa pode ser
explorado e você pode ir até as longínquas montanhas ao fundo, que não são
apenas cenários. Apesar dos gráficos detalhados, o jogo possui alguns bugs,
como o aparecimento/desaparecimento súbito de animais ou personagens no cenário
(nunca vou me esquecer do mamute voador).
Uma
das coisas que mais me agrada no game é a liberdade de escolha entre as quests
principais e as side quests. Acho fantástica a possibilidade de sair por
aí matando ursos e explorando cavernas e de repente aparecer um indivíduo te
oferecendo uma grana para ajudá-lo a recuperar um item perdido, ou visitar a taberna da cidade atrás de trabalho e receber a missão de matar um
dragão no topo da montanha. Ainda não terminei o game, mas fiz muitas side
quests e elas parecem infinitas. Ao andar por estradas, montanhas ou pela mata
seu personagem pode ser abordado por soldados, ladrões, assassinos ou atacado por animais selvagens como tigres, ursos, lobos
e aranhas. Os dragões também aparecem esporadicamente e, no início do jogo, são
mais fáceis de matar do que os ursos.
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Durante
o game é possível participar de grupos e facções políticas ou religiosas,
dentre elas as principais são os Imperials e os Stormcloacks, que estão em
guerra pelo governo de Skyrim (mas isso não faz parte da quest principal, sendo
totalmente opcional). Outros grupos de destaque são os Companions (grupo de
mercenários, do qual alguns membros são lobisomens), The Dark Brotherhood
(assassinos profissionais) e Thieves Guild (a guilda dos ladrões). Também é
possível frequentar o
colégio de magos e o colégio de bardos (onde aprenderá
poesia ou tocar instrumentos). Além disso, ainda é possível ser transformado em
vampiro (caso seja atacado por um e não se cure durante um determinado período)
ou lobisomem, durante uma das quests dos Companions. Ambas as “doenças” podem
ser curadas, mas uma vez o feito, você não poderá adquirir novamente essas
habilidades.
Puxei
bastante sardinha, mas esse jogo está chegando ao posto de favorito (junto de
meu querido Final Fantasy VII). Resumindo, o jogo é fóda e eu recomendo.
Abaixo,
um live action sensacional de Skyrim da Lindsey Stirling, com a trilha sonora
fantástica do game tocada no violino.





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