quarta-feira, 12 de junho de 2013

Skyrim – Adeus mundo real #partiu #Skyrim

Sim, sim, finalmente um texto sobre Skyrim. Enrolei um pouco pra escrever sobre esse fantástico game pra aprender mais sobre esse mundo que tanto entretém e nos afasta da vida real. Mas por onde começar? O jogo é muito amplo e quando me perguntam como é resumidamente eu respondo “é tipo GTA, só que medieval”. Skyrim é o quinto game da franquia The Elder Scrolls, desenvolvido pela Bethesda Softworks.

O jogo começa com seu personagem sendo levado em uma carroça pelos soldados do império, que pretendem executá-lo acreditando que você faz parte dos Stormcloacks, um grupo que busca governar Skyrim. Quando seu personagem está para ser executado um dragão ataca a cidade, dando ao jogador a oportunidade de escapar durante a confusão. Após a fuga você é livre para explorar todo o território do jogo, o que não é pouca coisa. O mapa é imenso e você pode tomar qualquer direção e sair andando (por isso uso GTA como exemplo). Seguindo adiante com a história, os imperiais o convocam para ajudá-los a eliminar um dragão e se desculpam pelo incidente anterior. Nessa parte do jogo você tem seu primeiro combate contra um dragão, com direito a uma puta trilha sonora (e é MUITO emocionante, aumente o som). Quando derrotado, o corpo do dragão se dissolve e vai em direção ao seu personagem, que absorve sua alma e descobre ser um Dragonborn (“nascido dragão”, em português, ou ‘Dovahkiin’, na língua dos dragões).


Dovahkiin é um Dragon Slayer, o único ser humano capaz de matar dragões e absorver sua alma. Seu objetivo é deter Alduin, o mais poderoso dos dragões que nos tempos antigos foi banido do tempo/espaço pelos nórdicos e, segundo lendas e histórias, trará a destruição ao mundo. O Dragonborn também pode aprender os thu’ums (“gritos” de dragão), que estão espalhadas por toda Skyrim e quando encontradas são habilitadas com o uso das almas dos dragões que você mata durante o jogo. Cada grito possui poderes diferentes, entre eles, disparar rajadas de fogo ou gelo, se tornar etéreo, diminuir a velocidade do tempo e invocar uma tempestade. E esses são apenas alguns dos thum’ums.

Outro aspecto legal de Skyrim é que no começo da aventura você customiza a aparência de seu personagem, podendo escolher seu sexo, etnia (entre humanos, elfos, orcs e os híbridos lagartos e felinos) e características físicas. Durante o jogo você também pode evoluir as Skills de seus personagens como bem entender, como por exemplo, focar em usar arco e flecha ou armas grandes, que exigem o uso das duas mãos. Você também pode aprender algumas profissões e se tornar alquimista ou ferreiro, podendo criar suas próprias armas, armaduras e poções.

O mapa e gráficos Skyrim são sensacionais, com imagens que fazem suspirar, com direito a noites de lua cheia, chuva, neve e até aurora boreal. Todo o território do mapa pode ser explorado e você pode ir até as longínquas montanhas ao fundo, que não são apenas cenários. Apesar dos gráficos detalhados, o jogo possui alguns bugs, como o aparecimento/desaparecimento súbito de animais ou personagens no cenário (nunca vou me esquecer do mamute voador).


Uma das coisas que mais me agrada no game é a liberdade de escolha entre as quests principais e as side quests. Acho fantástica a possibilidade de sair por aí matando ursos e explorando cavernas e de repente aparecer um indivíduo te oferecendo uma grana para ajudá-lo a recuperar um item perdido, ou visitar a taberna da cidade atrás de trabalho e receber a missão de matar um dragão no topo da montanha. Ainda não terminei o game, mas fiz muitas side quests e elas parecem infinitas. Ao andar por estradas, montanhas ou pela mata seu personagem pode ser abordado por soldados, ladrões, assassinos ou atacado por animais selvagens como tigres, ursos, lobos e aranhas. Os dragões também aparecem esporadicamente e, no início do jogo, são mais fáceis de matar do que os ursos.


Durante o game é possível participar de grupos e facções políticas ou religiosas, dentre elas as principais são os Imperials e os Stormcloacks, que estão em guerra pelo governo de Skyrim (mas isso não faz parte da quest principal, sendo totalmente opcional). Outros grupos de destaque são os Companions (grupo de mercenários, do qual alguns membros são lobisomens), The Dark Brotherhood (assassinos profissionais) e Thieves Guild (a guilda dos ladrões). Também é possível frequentar o
colégio de magos e o colégio de bardos (onde aprenderá poesia ou tocar instrumentos). Além disso, ainda é possível ser transformado em vampiro (caso seja atacado por um e não se cure durante um determinado período) ou lobisomem, durante uma das quests dos Companions. Ambas as “doenças” podem ser curadas, mas uma vez o feito, você não poderá adquirir novamente essas habilidades.

Puxei bastante sardinha, mas esse jogo está chegando ao posto de favorito (junto de meu querido Final Fantasy VII). Resumindo, o jogo é fóda e eu recomendo.

Abaixo, um live action sensacional de Skyrim da Lindsey Stirling, com a trilha sonora fantástica do game tocada no violino.


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